Bebê morre após mãe ficar em trabalho de parto durante 17 horas

O caso foi registrado por vota das 8h da manhã da última segunda-feira (05), no Hospital Municipal de Guarantã do Norte. De acordo com informações do pai da criança, sua esposa já no final da gestação começou a sentir dores de parto, o médico constatou uma dilatação dois centímetros.

O pai então achou melhor levar a esposa até a uma clínica particular, onde foi feito um novo ultrassom e constatado que o bebê estava em perfeito estado de saúde e inclusive o mesmo estava encaixado pronto para nascer.

O homem no boletim de ocorrência informou que levou a sua esposa novamente para o Hospital Municipal de Guarantã do Norte por volta das 10h40min da manhã. Ao chegar no hospital a mulher estava com dores de parto e segundo o pai do bebê por volta das 20h30min do mesmo dia, a bolsa estourou e assim a mesma começou a sentir muita dor e a todo tempo o pai foi informado pelo médico plantonista para o pai ter paciência, pois se tratava de um parto e que sentir dor é normal.

Foi então que o pai da criança foi até um ponto de taxi que fica próximo ao hospital e se sentou, do local dava para ouvir os gritos de dor da esposa.

O médico plantonista informou que se fosse necessário realizar uma cesariana, esta seria feita, para que não houvesse o sofrimento nem da mãe e nem da criança, procedimento esse que não foi realizado.

Por volta das 2 horas da manhã o pai viu o anestesista que deveria estar no hospital chegando ao local correndo e posteriormente outra médica, após 40 minutos os médicos informaram que o parto foi muito difícil e que todas as medidas cabíveis haviam sido tomadas e que sua esposa não havia colaborado muito com o parto e que a criança havia falecido durante o parto.

Vale ressaltar ainda que o pai procurou uma clínica particular onde foi constatado que o bebê estava bem e pronto para nascer, e que o cordão umbilical do bebê não estava enrolado no pescoço do mesmo como os médicos relataram como causa da morte da criança.