Meu primeiro livro, State of the Art Selling, foi recusado por 26 editores até que um finalmente o comprou.
Falando de rejeição…
Hoje eu sei por que muitos escritores talentosos não conseguem publicar seu trabalho. Quando estão expostos constantemente a esse tipo de rejeição, sua confiança e perseverança se esvaem. Certamente fiquei perturbado depois da primeira rejeição, mas não me deixei abater. No entanto, cinco ou seis rejeições depois, comecei a ficar realmente preocupado.

Liguei então para meu agente e perguntei qual era o problema. Ele disse que simplesmente havia muitos livros à venda no mercado, por isso os editores estavam hesitando em pegar outro. Mas eu sabia que tinha uma abordagem nova e idéias importantes para acrescentar a uma área reconhecidamente apinhada. Por isso, depois da rejeição seguinte, liguei para o editor e perguntei o que poderia fazer para aumentar minhas chances. O que faltava no meu livro? De que ele precisava para se destacar e ser aceito?

A rejeição seguinte foi seguida de um telefonema semelhante, e fiz a mesma coisa com as demais. As mudanças sugeridas foram incorporadas. A essa altura, eu estava aguardando ansiosamente cada rejeição. Sem saber, esses editores estavam ajudando a escrever meu livro!

A valiosa lição que aprendi foi não considerar rejeição como sinônimo de fracasso. Quando o vigésimo sétimo editor comprou meu livro, ele não estava levando um original que havia fracassado 26 vezes. Estava levando um original que havia se beneficiado do conselho de 26 talentosos e reconhecidos profissionais. A rejeição é apenas a opinião de uma pessoa. Não podemos levá-la para o lado pessoal, ou ela destruirá sua confiança e o impedirá de andar para frente.

Barry J. Farber
Escritor, Diamond in the Rough