Historicamente, o exame contempla temas de direitos humanos, de responsabilidade tanto do poder público quanto da sociedade.

Sair-se bem na redação do Enem é um diferencial que pode definir o futuro do estudante. Um desempenho excelente nessa parte da prova garante uma nota maior do que gabaritar nas áreas objetivas do exame. Isso acontece porque a metodologia de correção permite que o aluno obtenha até 1.000 pontos na redação, o que dificilmente acontece nas demais seções da prova.

Ao contrário da Fuvest, que seleciona temas universais e atemporais, o Enem foca em assuntos atuais que estejam em evidência no Brasil. A professora do laboratório de redação do Colégio Objetivo, Maria Aparecida Custódio, ressalta que, historicamente, o Enem contempla questões de responsabilidade tanto do poder público quanto da sociedade, como foi o caso no ano passado, quando abordou a intolerância religiosa.

Sair-se bem na redação do Enem é um diferencial que pode definir o futuro do estudante. Um desempenho excelente nessa parte da prova garante uma nota maior do que gabaritar nas áreas objetivas do exame. Isso acontece porque a metodologia de correção permite que o aluno obtenha até 1.000 pontos na redação, o que dificilmente acontece nas demais seções da prova.

Ao contrário da Fuvest, que seleciona temas universais e atemporais, o Enem foca em assuntos atuais que estejam em evidência no Brasil. A professora do laboratório de redação do Colégio Objetivo, Maria Aparecida Custódio, ressalta que, historicamente, o Enem contempla questões de responsabilidade tanto do poder público quanto da sociedade, como foi o caso no ano passado, quando abordou a intolerância religiosa.

Seguindo essa lógica, o trabalho escravo e a questão indígena têm probabilidade remota de aparecer no exame, porque o governo não tem tido uma atuação de destaque nessas áreas. O professor Péricles Polegatto, também do COC, ainda descarta uma dissertação sobre os refugiados e a questão das fronteiras.

Custódio lembra ainda que a prova é definida no primeiro semestre do ano; portanto, assuntos que surgiram apenas nos últimos meses também devem ficar de fora.

Seguem abaixo as apostas dos professores para o tema do Enem 2017.

1 – Homotransfobia

 

Os três professores apostam nesse tema. O Brasil é o país que mais mata LGBTs. O aluno pode ser convidado a falar sobre o papel da sociedade nessa questão, o projeto de lei que transforma homofobia em crime, a visibilidade trans. Ou ainda, em um espectro mais amplo, a professora Ana Polo indica as novas formas de representação familiar.

2 – O Brasil que envelhece

Uma oportunidade para dissertar sobre os direitos dos idosos, a reforma da previdência e como assegurar um envelhecimento digno aos brasileiros.

3 – Combate à violação dos direitos das crianças e dos adolescentes

Houve uma campanha do governo federal na mídia ao longo do ano,, tendo sido criado um aplicativo para denúncia de exploração sexual. Maus-tratos e abandono também passam por esse tema.

4 – Bullying

Como lidar com essa questão, que tem feito aumentar o suicídio entre os jovens e a violência nas escolas, com casos frequentes aparecendo na mídia ao longo do ano.

5 – Consumo sustentável

Meio ambiente é um tema que costuma aparecer no Enem, a professora do Objetivo aposta que a apresentação de formas mais conscientes de consumir é a abordagem mais provável de ser escolhida pelo Enem.