Por: Antônio Benito Signor

É absurdas as 252 normativas que o empregador no campo tem que cumprir, para manter trabalhadores em sua fazenda o que  é simplesmente inviáveis e 98% estão hoje irregulares.

A exemplo:

01- Para terem uma noção se nos formos almoçar as sombra de uma arvore com nossa família  é laser ou seja, piquenique. Agora se o empregado for almoçar as sombra de uma arvore é considerado trabalho escravo.

02 – A porta do quarto e banheiro do empregado tem que obedecer as bitolas das normativas se não é trabalho escravo.

03 – A cama do peão tem que obedecer as normativas: os pés da mesma tem que ter a largura de X por X altura tal, largura da cama x e colchão também tem bitolas, caso contrario é multas, trabalho escravo, passível de ser confiscada a terra. Estas leis “não existe” para o conforto nem para o Papa, Reis, Bispos, Padres , Pastores e tudo mais. São verdadeiras palhaçadas. Mas tem mais.

4 – Se o peão for roçar distante da sede da fazenda e tiver que fazer  suas necessidades fisiológicas e não dar tempo para vir na sede, o patrão tem que mandar outro peão, com um banheiro químico para o necessitado fazer pipi.

5 – É proibido o peão comer com o patrão, tem que ter cozinha própria.

6 – Na carteia de trabalho deve constar em que setor o Peão vai trabalhar, vamos que ele vai roçar e na semana seguinte  vai reformar as cercas o patrão tem que mudar na carteira de trabalho, fazer nova novos atestados médicos que o mesmo esta apto para trabalhar no outro setor. Resta agora mais 246 normativa, mas da para terem uma noção de tamanhos percalços.

Na explanação a cima mostrei apenas 2% destes absurdos e ai os proprietários com toda esta parafernália fica nas mãos dos fiscais que interpretam as leis ao seus bel fazer e infelizmente como em todos os setores tem bons e maus profissionais e ai é que nasce as propinas e multas astronômicas.

Não estou aqui para defender Temer, mas sim provar que o objetivo dele é definir o que realmente é “trabalho escravo”. Pois com as atuais leis é passivo do fazendeiro perder até as terras.

É preciso estes movimentos sociais, verem a fundo o porque de novas normativas, para não caírem no ridículo, como esta acontecendo e travar o desenvolvimento dos que matam a fome  de todos os seres humanos da terra. Não podemos ter no campo cozinhas azulejadas e requintes das grandes cidades, devemos ser realistas.

                                                             Por: Antônio “Benito” Signor.

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Guarantã Do Norte – MT