Ha uma necessidade muito grande para que a questão homofobia seja pautada pela lógica e não pela paixão, que por sinal esta descambando de forma, muito polemica.

Desde os primórdios do século passado, a questão gay sempre foi como é ate hoje, amplamente explorada por programas escritos falados e televisionados, como piadas pessoais, de forma humorística e assim continua.

De uma hora para outra apareceu um movimento gay intitulado ORGULHO GAY, ai a sociedade se indignou indagando: Mas que “ORGULHO”? Que orgulho? Levando tal titulo como se fosse uma apologia ao caso.

Com a pressão gay em cima dos políticos, o caso foi criando corpo político, onde os mencionados políticos esqueceram que, se existe 10 milhões de gays no Brasil, existem 190 milhões que não são.

Outra questão, quando matam ou brigam com cinqüenta pessoas não gays, o crime é considerado normal, quando ocorre com um gay é um estardalhaço, onde dizem que é homofobia, esquecendo que, a maioria vezes o crime foi passional, acerto de contas, bebedeira, ciúmes, vinganças, drogas, enganos, bala perdida, discutições banais e outras. Isto tudo me faz lembra o tempo do governo militar, todos que ia depor no DOPS (eram instruídos pelos comunistas) a dizerem que foram torturados. O que não condizia com a verdade, não quer dizer com isto que não ouve alguma tortura.

Revendo a historia, o numero de gays ou lésbicas era pequeno no Brasil e ate sendo tratado como doença. Porem com o lobby que vem sendo feito há anos pela Rede Globo de Televisão, o grupo foi criando corpo, ai veio “à banalização do sexo”, a procura de novas emoções. Ninguém estranhe se daqui uns dias alguém apareça em praça púbica com uma cabrita, dizendo que e sua parceira sexual, ai nascera a cabra fobia.

Por outra, nos grandes shoppings estão colocando guardiães nos banheiros para evitarem ataques gays, em cima de pessoas não gays, isto é extremamente lamentável. Como também escritas em portas de banheiros dando telefones para encontros amorosos.

É preciso mencionar, que não se esta criticando quem é gay ou deixa de ser, cada qual é dono de sua vida, mas é preciso um respeito mutuo e não é com leis que se resolve e sim com a educação “sem” apologia. É bom lembrar que homem nasce homem, mulher nasce mulher e nem uma ideologia social vai mudar isso. Portanto repito, quem quer respeito, deve aprender respeitar.

Cito aqui uma questão racial, onde um branco casado com uma mulher negra, certo dia ambos alcoolizados, discutiram e a mulher pegou uma amiga como testemunha e denunciou o marido mentindo, que ele usou palavras racistas, chegando ao ponto de perguntar: – Eu gostaria de conhecer quem cortou o teu rabo, numa alusão ao macaco. Resultado, o marido foi preso e as duas saíram dando risada. Imaginem agora criarem a lei da homofobia???. “A sociedade ficaria refém, dos maus gays”. Sei que tem gays sérios, mas e os que não são? Aonde vamos parar? Aonde…

Por outra, casamento gay, esta expressão foi um grave erro, tanto do judiciário, quanto político. O que existe é o reconhecimento da união gay, que por sina é mais do que justa. Como todos nos sabemos, o casamento vem de casal, casal são os que acasalam, os que acasalam são os que procriam. Portanto este erro tem que ser revisto.  Vejam bem, se criássemos colônias ou vilas gays e lésbicas, dentro de 50 anos os habitantes estariam reduzidos a 30% da população inicial.

Há séculos e séculos nossos antepassados e igrejas, trataram o casamento como a maior tradição, solenidade social, religiosa e familiar, passando a ser o sonho dos enamorados, pais e familiares. Hoje com este equívoco, “casamento” ao invés de “união gay”, esta tirando o brilho desta tão sonhada e seleta e tradicional solenidade, o que para esta tradição, a palavra casamento gay, não deixa de ser uma afronta, e acham que deve sim, ser respeitada.

Antes dos Senhores Deputados, votarem quaisquer leis a respeito, seria prudente consultar a população com reuniões em pelo menos dez maiores cidades do estado, convidando a sociedade organizada, não se esquecendo de convidar também padres e pastores e façam votações previas.

                                                                      Por: Antônio Benito Signor.